domingo, 8 de outubro de 2017

Trois couleurs: Rouge

(realizador: Krzysztof Kieslowski)

Duas pessoas com caracteres e vidas muito diferentes, por um acaso do destino conhecem-se e formam um laço de amizade e ternura. Sob o lema da Fraternidade, encerra a trilogia das três cores (Azul, Branco e Vermelho) e dos três ideais da Revolução Francesa (Liberdade, Igualdade, Fraternidade).




Valentine atropela um cão. Ao socorre-lo, vê na coleira a morada do dono e vai devolve-lo. O homem é um juiz reformado que ouve as chamadas telefónicas dos seus vizinhos e, sem querer, ela apanha-o a ouvir. Apesar de, inicialmente, sentir repulsa, irá visitá-lo várias vezes revelando pormenores da sua vida e descobrindo a história da vida dele. Ambos influenciarão, a partir daí, o destino um do outro. Outras personagens em torno deles também estão interligadas ainda que essa conexão só seja feita ao longo da história.

E, assim, por coincidência, por sorte ou azar, criam-se afinidades e relações de amizade e amor com pessoas que têm vidas muito diferentes e percursos muito distintos.

Adoro o Azul (porque foi o primeiro) mas este último capítulo é sublime. Maratona deste fim-de-semana.

Bom filme!





6 comentários:

  1. Bom dia, Miguel
    Foi também o último filme dele. Maravilhosa despedida :)

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  2. já vi os 3 de rajada há uns anos, e agora fiquei com vontade de os rever.

    este fds revi o Blade Runner :)

    boa semana, Anouk

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    Respostas
    1. :)). Preparação para o Blade Runner 2049? Dizem que é um digno sucessor. Quero ir ver ;)

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    2. já vi o trailer e parece-me lindamente :)

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    3. Espero mesmo que seja bom :). Porque às vezes alguns deviam ter sido deixados em paz - as sequelas não acrescentaram nada.

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