sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Maternidade

Quando a possibilidade desaparecer, surgirá arrependimento? Sei, apenas, que não quero fazê-lo sozinha. Nunca quis.

Não seria correto. Ou justo. No meu mundo. E só posso viver assim.

7 comentários:

  1. Cada hora de tempo perdido na é uma possibilidade a menos nos sucessos do futuro.

    Bom dia, Anouk:)

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  2. Bom dia, Legionário ;)
    Algumas coisas têm um tempo e um espaço. Poderão ter de ser outros sucessos. Preciso é ter a sabedoria para aceitar o que não estava destinado.
    Bom Ano! Um beijo.

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  3. Anouk, já tinha visto este post com o título "Maternidade"... Sim, há prazo, até mais apertado para as mulheres. Referia-me ao prazo biológico, mas também creio existir outro tipo de prazo, psicológico, de que se fala pouco.
    Se apenas te interessa concretizar dessa forma que dizes e não se conjugam oportunidades, portanto trata-se de algo que não depende só de ti, por que razão hás-de sentir arrependimento? Arrependimento deve existir pelo mal que se faz (mas tu estás consciente da tua vontade) ou do que se podia ter feito bem e não se fez (mas tu dizes saber apenas uma forma que te satisfaz, a qual não depende só de ti).

    Bom ano!

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    1. (Este post anda aqui aos trambolhões :). Sem título, porque me esqueci e depois a correcção também andou torta.)
      Obrigada pelas palavras. Talvez arrependimento não seja a palavra. Não sei qual é. Só espero que quando já não possa alterar este caminho não nasça um sentimento de perda.
      Só que um filho não é algo se tem, como um carro ou um televisor.
      As pessoas divorciam-se (ou morrem, pior) é certo. Mas acho que um filho deve vir ao mundo quando os dois pais sonham ficar juntos. Se não correr bem, não corre. Mas não deve ser este o ponto de partida.
      Bom Ano, Isabel ;)

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  4. ...por vezes não sentimos o chamamento.
    Bom ano Anouk

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  5. Bom Ano e bem-vinda, Goti
    Não sei se me faltou chamamento. O que faltou mesmo foi a conjugação das condições "perfeitas". ;)

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