domingo, 3 de dezembro de 2017

Realidade

Almada, 2014, Vera Moutinho


Lisboa, 1966, Gérald Bloncourt


Paris, 1964, Gérald Bloncourt


Nantarre, 1961, Reporters Associes Getty Images

6 comentários:

  1. Para compreender verdadeiramente a realidade, devemos deslocar-nos da posição central e dirigirmo-nos para a zona periférica. Estar na periferia ajuda a ver e a compreender melhor, a fazer uma análise mais correcta da realidade, sendo avesso ao centralismo e às abordagens ideológicas.

    Bom dia, Anouk:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Boa noite, Legionário ;)
      Comecei a procurar imagens de bairros de barracas, favelas. Não tenho preconceitos ou ideias pré-concebidas sobre o que é e como é viver nestas condições. Sei é que a pobreza é algo que se herda e que é muito difícil quebrar o ciclo. E que cair numa situação destas também é difícil sair. Em muitos casos, são precisas gerações para o fazer. Se tenho alguma abordagem ideológica sobre este tema é o de achar que famílias que vivem abaixo do limiar da pobreza são os mais frágeis entre nós. E que deve haver vários mecanismos que sirvam o propósito de os ajudar a quebrar esse ciclo ou minorar as consequências mais complicadas.

      Eliminar
  2. Trabalhei 3 anos no meio de uma comunidade...dessas almas excluídas...temos tanto que aprender!Tanto!

    -____-

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Boa noite, Sol
      Gostaria de ouvir-te falar sobre o que aprendeste. Acho que têm tão pouca voz nesta sociedade que lida tão mal com os excluídos que alguém deveria falar por eles.

      Eliminar
  3. Realidades captadas e reveladas ao mundo.
    Boa noite Anouk

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Boa noite, JI ;)
      Continuava (e continuo) a pensar no tema, por vários motivos que não são totalmente claros aqui.

      Eliminar